CÃO
Classificação
científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammália
Ordem: Carnívora
Subordem: Caniformia
Família: Canidae
Gênero: Canis
Espécie: C.Lupus
Subespécie: C.I.familiares
O cão no Brasil também chamado de cachorro,
é um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal
domesticado pelo ser humano.
Eles variam por raças, as quais variam em pelagem
, tamanho, características físicas ou tipos de comportamentos .
As designações vira-lata
são dadas aos cães sem raça definida ou mestiços descendentes.
Com expectativa de vida que varia entre dez e
vinte anos, o cão é um animal social que, na maioria das vezes, aceita o seu
dono como o "chefe da matilha" e possui várias características que o
tornam de grande utilidade para o homem. Possui excelente olfato e audição , é
bom caçador e corredor vigoroso, relativamente dócil e leal, inteligente e com
boa capacidade de aprendizagem. Deste modo, o cão pode ser adestrado para
executar um grande número de tarefas úteis.
A afeição e a
companhia deste animal são alguns dos motivos da famosa frase: "O cão é
o melhor amigo do homem", já que não há registro de amizade tão forte
e duradoura entre espécies distintas quanto a de humano e cão.
ANATOMIA
GERAL E ESTRUTURA EXTERNA
Esquema da
anatomia externa comum a todas as raças caninas. Legenda: stop (1),
cabeça (2), pescoço (3), ombros (4), cotovelos (5), munhecas (6), garupa (7),
coxas (8), jarretes (9), boletos (10), espáduas (11), joelhos (12), patas
posteriores (13) e cauda (14).
Animais quadrúpedes e digitígrados,
o que lhes garante maior agilidade, são considerados os mais difundidos mamíferos
domésticos e possuem várias raças
adestradas para os mais diferentes fins Sua longevidade atinge os vinte anos e
suas características externas, como tamanho e pelagem, são tão variadas que
dificultam a descrição comum de um cão. Contudo, entre as principais
características externas, iguais em todas as raças, estão o stop, a cabeça, o
pescoço, as espáduas, a garupa, os ombros, a cauda, as coxas, os cotovelos, os
joelhos, os jarretes, os boletos, as patas posteriores e as munhecas, como
ilustra a imagem. Mais detalhadamente, suas características externas dividem o
corpo do animal em três áreas: na zona anterior, estão a cabeça, o pescoço, o
peitoral e os membros frontais; na zona posterior, encontram-se os membros
posteriores e a cauda; e nos aprumos, nota-se a posição dos membros em
comparação a uma superfície horizontal, que refletem sob os elementos
principais da locomoção do cão e suas aptidões, isto é, a postura de seus
membros.Outra característica comum é a dentição. Em geral, um cão possui um
total de 42 dentes, divididos em 12 incisivos, 4 caninos, 16 pré-molares e 10 molares.
Sua pele, outra característica comum nestes animais, representa a maior parte
de seu sistema imunológico. Ao longo dela, certas áreas mostram-se sob formas
diferentes, pois têm propósitos específicos. As unhas e as patas são para a
durabilidade, as orelhas para sinalização social e as glândulas da derme para
demarcação pelo cheiro.
Com base na diversidade, é
possível classificar cães em categorias de acordo com seu peso e sua
morfologia. De acordo com o peso, as raças dividem-se em quatro subcategorias:
pequena (< 10 kg), média (11–25 kg), grande (26–45 kg) e gigante (> 45
kg). Na outra ponta, a classificação morfológica apresenta-se um pouco mais
complexa, apesar de ter apenas três subcategorias: os cães longilíneos possuem
seu comprimento superior a sua largura e espessura, e apresentam-se em formas
alongadas e esbeltas; os brevilíneos são o aposto, abarcando exemplares
robustos e arredondados; já os mediolíneos são o equilíbrio entre as duas
classificações anteriores. Outra marcante característica, capaz de dintinguir
cães dentro de sua própria.
ALIMENTAÇÃO
Da dieta do canino doméstico
tem-se em vista que a simples alimentação
seria dar-lhe comida. Para a manutenção
de sua saúde então, é fundamental nutri-lo com proteínas, cálcio, lipídios, carboidratos,
minerais e vitaminas. Em geral, estes nutrientes são encontrados em situações
normais para animais selvagens, nas dosagens que necessitam ou acumulam.Como o
cão não vive livre ou abandonado nas ruas, isso é feito através de análise do
cotidiano familiar, de suas atividades e da consulta ao veterinário, a fim de
equilibrar cardápio fresco e ração, considerando a particularidade de cada
animal. Filhotes, adultos e seniores podem trocar o hábito alimentar dependendo
da necessidade. Independente da troca, esta deve ser mais gradual à medida que
aumenta a idade do canino, já que este pode se mostrar mais resistente fisiológica
e/ou psicologicamente à mudança alimentar. Há ainda de se considerar que o
canino não gasta energia como seus antecessores livres e o exagero na
alimentação, que causa sobrepeso e obesidade nos animais, e os alimentos proibidos
aos cães, como os ricos em açúcares, gordura saturada e sódio, por exemplo.
Outro alimento perigoso é o chocolate, em qualquer forma que se apresente. A
subtância nele presente, chamada teobromina, pode causar intoxicação alimentar,
coma e até casos de óbito. Por isso, deve-se não apenas evitar, mas proibir a
ingestão de chocolate nestes animais.
